Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

UMA JUSTA HOMENAGEM

O Povo de Vidago homenageou um dos seus filhos

Bonifácio Alves Teixeira, nasceu em Vidago, em 1849. Faleceu em 1910, ano em que se implantou a República.

Cem anos após a sua morte, teve a merecida homenagem, perpetuando-se a sua memória com um busto colocado junto à casa onde viveu.

 

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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

XIV Encontro dos Idosos do Concelho de Chaves

publicado por DE SVO às 17:30
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

TERMAS ROMANAS DE AQUAE FLAVIAE

Tal como  as  restantes  cidades  romanas  com  o  elemento  Aquae  no  seu  nome,  cerca  de  uma  centena  em  todo  o  Império  e  oito  conhecidas  na  Hispânia,  Aquae  Flaviae  era  uma  verdadeira  estância  termal no  período  romano. O  balneário, que  constituía  o  núcleo  definidor  do  aglomerado  urbano,  devia  ocupar  uma  grande  parte  da  área  total  da  cidade. Tratava-se  de  termas  de  tipo  terapêutico,  muito  diferentes  tanto  em  forma  como  em  função  das  termas  higiénicas  comuns  a  todas  as  cidades  romanas.  Eram  vocacionadas  para  o  tratamento  de  doenças  e  este  facto,  juntamente  com  o  de  estarem  associadas  a  um  centro  de  culto  dedicado  à  divindade  que  se  julgava  propiciar  os  efeitos  benéficos  das  suas  águas,  atraíam  muita  gente  de  diversos  lugares,  por  vezes  bem  distantes.

 

Na  área  agora  escavada  (28 x 30 m)  foi  descoberta  uma  piscina  de  grandes  dimensões  (13,22 x 7,98 m)  com  seis  degraus  no  seu  topo  Norte  a  que  designámos  piscina  A;  uma  outra  apenas  parcialmente  escavada  mas  da  qual  um  dos  lados  deverá  ter  cerca  de  8 m, com  seis  degraus  a  toda  a  volta  (piscina B); um  tanque  pequeno,  para  banhos  individuais,  cujo  acesso  se  fazia  através  da  berma  da  piscina  A  por  degraus  que  numa  segunda  fase  terão  sido  tapados  e  cuja  cobertura  teria  sido  originalmente  uma  pequena  abóbada  de  canhão,  posteriormente  substituída  por  um  telhado  de  tegulae  e  imbrex  (telhas  planas  e  de  meia  cana);  uma  sala  com  pavimento  em  opus  signinum  (argamassa  impermeável)  e  ralo  para  escoamento  de  águas  e  um  complexo  sistema  de  condutas  de  entrada  e  saída  das  águas  que  ainda  correm  com  uma  elevada  temperatura  e  um  caudal  considerável.

 

A  cobertura  da  área  central,  incluindo  a  piscina  A  e  a  área  de  acesso  a  esta,  era  composta  por  uma  grande  abóbada  de  canhão  em  opus  laetericium  (aparelho  de  tijolo)  revestida  a  opus  signinum.

 

Algumas  das  condutas  seriam  também  cobertas  por  telhados  em  tegulae  e  imbrex.  O  sistema  de  condutas  de  escoamento  das  águas  sofreu  alterações  ao  longo  da  utilização  do  balneário,  tendo  algumas  sido  tapadas  e  novas  derivações  construídas.

 

Quanto  à  cronologia  do  edifício,  apenas  podemos  referir,  de  momento,  que  o  seu  abandono  se  terá  dado,  como  indicam  os  materiais  selados  pelos  derrubes  associados  ao  colapso  da  abóbada  de  cobertura,  no  último  quartel  do  séc.  IV  d.C.

 

Ainda que  existam  indícios  de  outros  balneários  romanos  de  tipo  terapêutico  no  actual  território  português  (Termas  da  Fadagosa,  Marvão;  Caldas  de  Vizela,  Braga;  Caldas  de  Canavezes,  Marco  de  Canavezes;  Caldas  de  Monchique;  Nossa  Senhora  dos  Banhos,  Anadia, etc.),  apenas  subsistem  as  ruínas  de  dois:  as  Termas  de  S.  Vicente,  em  Penafiel,  em vias  de  classificação  com  despacho  de  abertura  de  14  de  Julho  de 1999  e  as  de  S. Pedro  do  Sul,  Monumento  Nacional,  sendo  que  nenhum  dos  dois  se  pode  comparar  em  monumentalidade,  estado  de  conservação  e  espólio  como  o  conjunto  em apreço.

 

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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

ESCRITORES

No espaço de um mês, a Biblioteca Municipal de Chaves acolheu quatro escritores que escolheram este nobre espaço cultural para lançarem as suas obras literárias.

 

Os denominadores comuns entre eles: o lançamento dos seus livros num espaço privilegiado – um autêntico santuário do conhecimento, onde se faz com frequência a promoção do livro e da leitura; ainda o facto de os quatro terem afinidades com Chaves, não só pela vivência, como também porque, de certa forma, o enredo dos livros tem como cenário, não raras vezes, esta terra com mais de dois mil anos de história.

 

 BENTO DA CRUZ 

 

 
 
EDGAR CARNEIRO
 
 
FRANCISCO VIEGAS
 
 
 
 RUI SOUSA
 
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

 

DIREITOS DA CRIANÇA

 

As crianças têm direitos:

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.

A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo jurídico para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.

Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.

 

 

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:

 

• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.

• a sobrevivência e desenvolvimento  sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.

• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados);

• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação);

• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração);

• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião).

publicado por DE SVO às 08:00
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